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Objetivo: Derrotar Joinville

Hoje o tema não poderia ser outro. O jogo de amanhã é o mais importante do ano. Pode não dar matematicamente o acesso, mas dará a certeza em nossos corações que estaremos na Série A no próximo ano. Estádio cheio, jogadores empolgados e um clássico Catarinense para dar uma pitada extra a esse importantíssimo jogo.

Perdas importantes como Lucca, Kléber e França serão sentidas profundamente. Principalmente Zé Carlos ficará um pouco isolado na frente. Porém, nós contamos com a volta de Válber que dará uma maior velocidade ao ataque.

O Criciúma vai a campo com o goleiro que demonstra mais segurança em minha opinião sem tirar os méritos de Michel. Douglas Leite é o número um, com mais Erik, Mateus, Ozéia e Marlon formando o setor defensivo. No meio, dando um respaldo a zaga estará Diego Oliveira e Fransérgio que há tempos não faz uma grande partida. Giovani Augusto e Válber serão a ligação entre Zé Carlos e a novidade Lins.

Se o Criciúma fazer aquela marcação por pressão logo nos primeiros 15 minutos o Joinville não aguentará. Resta saber se Giovani Augusto e Válber se posicionarão mais frente ou estarão plantados na frente dos volantes.

O Criciúma tem que ser aquele Tigre, que nos primeiros minutos deixa o adversário sem ar nos pulmões e define o jogo no começo. Amanhão não tem tabu, tem somente um coisa: Vitória.

E ele caiu!!!

Depois de um conturbado começo, politicamente contestável e detestado pela maioria, ele caiu. Domingos Cesca foi chamado a pendurar as chuteiras. Em um período de mudanças, ele também deu sua contribuição. Onde a mudança, transformações e inovações, as pessoas primeiramente tendêm a torcer o nariz, e assim foi com Cesca.

Muitos se acham como donos do Criciúma, muitos acham que podem ir lá e fazer o que bem entender. As mudanças de uma administração gratuita e dependendo de favores para uma profissional e empresarial trouxe consigo uma avalanche de contestações.

Diplomaticamente incorreto, Cesca não soube lhe dar com as críticas e velhos ritos que imperavam no HH. Mesmo assim, era sua cara que estava lá para ser batida com todas as decisões tomadas no novo modelo de gestão do Criciúma.

Serviu para um bom começo, porém o desgastado superintendente estava na hora de pendurar as chuteiras. Vamos lá, uma nova etapa, melhor ainda, na Série A e com o dobro de orçamento para fazer um planejamento com sustentabilidade.


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